Abr/09

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UM SUSPIRO COMO MÚSICO: MEUS PRIMEIROS PASSOS

Meu interesse pela música, embora meu pai tenha recebido uma educação musical bastante ampla (era maestro, tocava vários instrumentos – piano, pistão, gaita, etc), resumiu-se durante muito tempo em contemplar a música.  Mais ou menos em maio de 1993 começei a tocar contra-baixo (baixo elétrico) graças a um convite de um grande amigo, Marcos Rogério Fontanetti, mais conhecido por Cotona. Ensaiamos dois meses para um concurso no colegial na escola Instituto Salesiano Dom Bosco, em Americana-SP, e finalmente tocamos uma canção do Legiao Urbana chamada Que pais é esse?  Foi uma experiência incrível, no sentido pessoal, porém é bem provável que a execução da música deve ter sido horrível a final eramos muitos ruins e novatos.

Neste momento tive uma vez mais aquela sensação tão comentada pelos artistas: “Uma vez sobre um palco fazendo qualquer coisa, se uma pessoa te aplaude nunca mais vai querer descer do cenário e cada vez mais buscarã conquistar mais pessoas com sua arte!”

Depois disso não parei mais de estudar música, em particular baixo elétrico. Estudei muito durante 7 anos com varios professores (Marcio Lemos, Douglas Freitas – Lobao, César Zoppi, Glauco Campestre, entre outros), desde teoria musical até harmonia, solfejo, composição, etc. Logo comprei meus dois primeiros baixos, um Insbruk preto que pesava uma tonelada e um Gianini (sem headstock) que era bem legal mais tinha um som horrível. Paulatinamento aprendi a gostar e admirar o trabalho de grandes músicos baixistas como Celso Pixinga, John Patitucci e Jaco Pastorius entre outros.

Anos depois, e depois de atuar em algunas bandas de garagem (alternativas) comprei meus dois baixos atuais, de um luthier americanente chamado Ronay, um de 4 cordas e outro de 5 com os quais ainda toco. Também adquirí outros instrumentos (teclado, violão, guitarra, etc.) que me ajudam a continuar brincando de músico apesar de não tcar mais em nenhuma banda.

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