Abr/09

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GRUPOS E BANDAS: COM QUEM TOQUEI

Minha trajetória musical não é extensa, e tampouco relacionada a fama. Ela está muito mais ligada a paixão pela música, aos movimentos de bandas de garagem ou ao movimento do rock alternativo. Apesar disso, muita música rolou em minha vida!

Em 97 começamos nosso primeiro grupo, o Pipi Herectus. Tocavamos eu no baixo,  Cotona (Marcos) na guitarra, Gustavo Cordenunsi na voz e Osmir na bateria. Osmir era um heavy-metal muito interessante e excelente músico, que supria as dificuldades dos demais. Lançamos nossa primeira fita-demo titulada Tá tudo errado, gravada pelos primos do Cotona num estudio improvisado na Winchester (bar que pertencia a meu irmão na época).

Algum tempo depois chegou o Tina Peppers, uma banda explosiva que gravou o programa MTV no Ar (comandado pelo Gastão).  Nosso vocalista era o Mongolo (Alessandro Andrieta), tinhamos mais um guitarrista o Glauco Campestre, recém chegado de São Paulo e a batera foi dividida por inúmeros roqueiros, mais o que permaneceu mais tempo foi nosso amigo Ricardo Franciscangelis (atualmente no Maguerbes). Temos muitas coisas gravados desta banda, mais nunca lançamos nada oficialmente.
 

Nesta época eu montei um estudio amador de gravação para pequenas bandas, num momento que Americana-SP vivia o auge das bandas de garage e em SBO havia o Hithcock Bar onde quase todas as bandas do Brasil tinham que passar obrigatoriamente. É claro que o Tina Peppers e nossos amigos estavamos neste bar semanalmente, para tocar ou para pular nos magníficos e ensurdecedores shows.

 
Em seguida fui convidado para entrar no Gonorrocos, uma banda punk, hardcore, etc… de LimeiraSP, um mito destes anos com milhares de amigos e um monte de invejosos. Lá estava eu, arranhando o baixo com outra moçada. Por consequencia natural minha entrada no Gonorrocos e a falta de um baterista fixo nesta banda obrigou o Hernani (ex-vocalista) a passar a tocar bateria, logo precisavamos de um vocalista. Assim eu o Hernani e o Gamba (Pedro Drago) chamamos o Alexandre Santos (Xandão), um negao que cantava muito e que hoje arrasa no Ragga, Reggae e no Rap em São Paulo. 
Foi aí que surgiu o Djamblê: um banda que fazia música para dançar, pular e curtir a noite. Um projeto bem mais maduro e consistente, que nos levou para muitas cidades de diferentes estados brasileiros. Com o Djamblê grvei a demo-tape Nega Funk (no Estúdio Arena em Campinas, com Caio Ribeiro), algumas músicas pra coletâneas, como Nervoso é a Mãe (DaLaranjaAo Caos Inc.) e o Single Terno Besta (mais informação neste Release). Em 1999 chamamos meu companheiro de República Pocilga – Piracicaba) Leonardo Oliveira (Léo) para assumir os vocais, com a saída do Xandão que foi para sampa. Em 2000 fui estudar na Espanha e tive que deixar a banda, que não parou de realizar shows, gravar e mudar seus componentes. Em 2008, voltei a tocar com o Djamblê no show de gravação do DVD de 10 anos da banda. Show!

Djamble - Jornal Todo Dia Djamble – Jornal Todo Dia

Já na Espanha, em 2002, para onde levei meu baixo sem saber ao certo o que faria com ele, tive a oportunidade de tocar uns 20 shows com uma banca TOCASONS de música Folk (celta, galega, bretanha, etc.) convidado pelo meu amigo Xavier Romeu (Les Borges Blanques – CAT – ES). Uma experiência incrível, de fazer muita gente dançar, que jamais esquecerei. Neste mesmo período, aproveitei o pouco que conhecia de baixo para tocar em animações infantís pela empresa La Cremallera Teatre (Arbeca- Espanha) .

Desde então apenas estudo música em casa, tocando um pouco de baixo, violão e teclado, só para não perder a prática.

Veja algumas imágens destas bandas!

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