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marco bortoleto - PENSAMENTOS - REFLEXÕES SOBRE A VIDA |
Me parece que a vida
proporciona uma
experiência incrivelmente rica em todos os sentidos:
político, social, estético, humano, ético, moral,
que podem ser resumidos na sensibilidade que uma pessoa consegue
desenvolver para tratar de temas positivos ou negativos, de alegria ou
de tristeza, de amor ou de ódio. Nesta parte
pretendo
expor algumas de minhas reflexoes sobre varios assuntos que a vida me
permitiu conhecer, sentir, pensar e por tanto contestar. Além
disso também reservo espaço para publicar pensamentos e
idéias geniais e clássicas escritas por algumas das
pessoas que conseguiram entender a diferença entre passar
desapercebidos pela face da terra e deixar uma semente para a historia
eterna dos seres humanos.
Meus pensamentos | Frases célebres - Idéias geniais | Quando o homem subestima a inteligencia humana
Pensamentos dos amigos | Retorna página principal
| Meus pensamentos |
Um enorme arquivo, onde tinha escrito pensamentos espontaneos sobre a vida durante aproximadamente 10 anos também foi alvo de ladroes e por tanto nao posso colocar-los aqui. No entanto estes pensamentos perdidos sem dúvida nenhuma formam a base de meu intelecto que permite escrever outros, como veremos a seguir. Também é certo que aos poucos relembrarei de alguns daqueles pensamentos escritos anteriormente os quais irei incorporando nesta página.
Sobre a tristeza: Lamento profundamente aquelas pessoas que nao tiveram a oportunidade de viver dignamente, que nao puderam respirar um ar tão limpo o que respiro. Sinto tambiém pelas que sofreram pelo atentado mortal que protagonizaram outros seres que não poderiam ser chamados de humanos.
Reflexão em memoria dos mortos do antentado
terrorista de Madrid
em 11 de março de 2004.
Sobre fazer coleções: de um divertido hobby pessoal a um negocio
Colecionar é provavelmente uma atividade tão antiga quanto o homem. A necessidade de guardar objetos, fotos e outros artigos e preservar assim parte da historia e da memória coletiva ou individual esta presente em todas as sociedades. Com o tempo esta atividade filantrópica e essencialmente cultural, informativa ou de curiosidade e estudos vem transformando-se num negocio altamente lucrativo. Objetos antigos, raridades tem um valor econômico muito alto e este mercado gera um grande lucro, as vezes mais que os procedimentos de inversão mais conhecidos (bolsa de valores, compra e venda de imóveis, etc..).
O problema é que este processo está corrompendo a filosofia da coleção filantrópica, desinteressada economicamente. Os jovens colecionadores e os antigos já consumidos por este caminho se dedicam a aprender como ganhar mais dinheiro ou como fazer um bom negocio, mais que ordenar ou elaborar uma boa coleção e estudar seu conteúdo. Antigamente uma coleção começava de forma aleatória, quando alguém de presenteava com alguns selos ou moedas e paulatinamente se começava a guardar e a somar outros artigos, ou de forma familiar, continuando a coleção iniciada por outros membros da família.
Hoje se inicia comprando um lote do artigo que queira colecionar (cartões telefônicos, cédulas, cartões postais, maços de cigarros, etc..) toda uma aventura econômica e sem nenhuma relação com a essência da coleção que é a troca.
Dom
da pesquisa acadêmica
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Dom, dádiva, presente, qualidade inata, mérito, merecimento, poder, todas estas asserções que nos oferece nosso mais que conhecido dicionário Aurélio(1977) apenas nos servem para orientar este acrecamento que pretendo realizar com este breve debate.
As últimas décadas mostraram um crescimento asombroso da produçao intelectual, especialmente científica brasileira e também mundial. A imensa quantidade de dissertações, teses, artigos, congressos, seminarios, revistas, simposium, etc., refletem este aumento quantitativo e qualitativo em nossa capacidade de produçao de conhecimento orientado desde uma óptica sistemática y metódica, como exige a ciencia moderna.
Durante o inicio da corrida acadêmica que viveu Brasil durante as décadas que sucederam a segunda grande guerra, com destaque especial para as de 70, 80 e 90, milhares de professores e pesquisadores imprenderam viajens internacionais para sua formaçao no maior alto nivel científico. Muitas destas pessoas não voltaram, outras voltaram e seguem ativas e muitos já deixaram de praticar ciencia dando lugar aos seus sucessores.
No entanto, o que quero discutir agora é o fenómeno que começou al final dos anos 80 e que viu durante a década de 90 e especialmente nestes últimos anos. Me refiro à necessidade social ou ao grande e descontrolado crescimento da produçao acadêmica (cursos, publicaçoes, etc..).
Por um lado este aumento exagerado por ser visto como uma consequencia normal de um processo iniciado à muitos anos e que lógicamente vem mostrando seu resultado agora. No obstante, estas testemunhado um crescimento tao grande que creio que merece uma reflexao mais elaborada e séria para evitar um grande problema no futuro.
Atualmente os cursos de mestrado e doutorado se multiplicam com uma fvelocidade incrível, uma consequencia natural tento em vista o modelo educativo-universitario que imperante no Brasil.
Na minha opiniao, existe dois modelos universaris e talvez algunas variaçoes que flutuam entre estes dois. O primeiro é o modelo “europoo” ou melho, o modelo qualitativo (isso que que dizer que estou associando pesquisa europea com pesquisa de qualidade). Nele o importante é que os pesqusiadores tenham muito claro que este é o seu campo de trabalho, é a área que deseja trabalhar e atuar durante toda sua vida. Para isso o tempo é fundamental pois permite tomar as decisoes com tranquilidade e amadurecer o suficiente para descobrir se realmente é uma decisao correta ou se o sistema lhe está atraindo para um caminho que não é realmente o que uma pessoa quer para sua vida laboral e pessoal.
O segundo é um modelo muito mais capitalista, produtivo, em série, que prefiro chamar de modelo “americano” ou quantitativo (tao pouco quero dizer que nos EUA só existam pesquisas quantitativas ou que não existam trabalho de altíssima qualidade). Nele o mais importante é que o montante geral de produçao gere o avanço do conhecimento, por isso se incentiva uma imensa quantidade de pessoa a que realizem pesquisa, sem preocupar-se exaustivamente com a qualidade da mesma, esperando que por força de lógica a qualidade apareça com o tempo.
A principal diferença entre os dois é que eo segundo está movido pelo dinheiro, pela iniciativa privada e por interesses de um governo muitíssimo poderoso, e o segundo pela vontade de conhecer a realidade e fazer ciencia para lograr um mundo melhor para todos.
Parece ser que o Brasil, na maioria das áreas, e estimulado pelas políticas basadas em modelos aplicados com êxito nos EUA, está seguindo este tipo de pesquisa.
Por conseguinte amos modelos geram diferentes processos, dentre os quais discutiremos um: que é pesquisar, porqué pesquisar e por fim, quem deve entrar neste mundo.
Em primeiro lugar, se deve ter claro que pesquisar na maioria dos casos não é uma atividade restringida a uns poucos privilegiados com uma capacidade intelectual superior. A maior parte da pesquisa consiste em disciplina, paciencia e muita capacidade de trabalho e de reproduçao de protocolos e métodos já conhecidos, faena que qualquer pessoa pode realizar. É pensando nisso que o modelo americano usar de milhares de pessoas que jamáis haviam sonhado ser pesquisar para desenvolver projetos que na maioria não servira de nada, mais que possivelmente uma pequena parte aportará resultados interessantes.
Por outro lado pesquisa requer, na minha humilde opiniao, um dom, uma vocaçao que desde sempre leva as pessoas a querer conhecer, a provar suas inquietudes e uma decisao em seguir querendo descobrir outras coisas mesmo que isso lhe faça afastar-se de outros prazeres e vontades da vida.
Assim como para ser um bom esportista, ou bom artísta, um bom professor, ou qualquer profissao, para ser um bom pesquisador é fundamental querer ser, gostar, sentir-se atraido, enfim, um dom. Isso não significa que para exercer qualquer profissao de forma medíocre e limitada este dom possa ser ignorado.... Bom, de fato é exatamente por isso que resolvi escrever este pequeno manifesto, por ver que cada vez mais estamos cercados de profissionais medíocres que se deixam levar pela inércia social e pelas necessidades que o universo capitalista e produtivo nos imprime e dao inicio a uma carreira profissional, e porque não dizer ambém pessoal, em áreas que não possuem a mínima afinidade e que com o passar do tempo lhes fazem entristecer e exercer sua funçao de maneira lamentável ou pouco produtiva, justamente o contrário que este sistema prega.
Neste sentido, fazer um mestrado é uma atividade profissional que em teoría deveria permitir que uma pessoa descubra se realmente seu caminho de vida passa pela pesqusia acadêmica. Qualquer um pode fazer uma dissertaçao, e isso vemos constantemente, basta insistir um pouco, conhecer algumas pessoas do ramo e seguir com uma mínima atençao alguns procedimentos que já mostraram ser eficasez. O problema é que estaremos perdendo tempo e dinheiro e além disso produzindo pessoas infelizes e pouco contentes com a atividade que desempenha.
Este erro é ainda mais grave com o doutorado, pois consiste numa inversao de tempo, dinheiro e vida mais profunda e inensa. Além disso este trabalho deveria prever que é apenas um passo dentro de uma vida dedicada a pesquisa, à busca do conhecimento.
Como consequencia normal observamos que muitos dos mestrandos e doutorandos quando finalizam seus trabalhos nunca mais voltar a pesquisar ou pseudo-pesquisar, pois uma vez alcançado seu objetivo principal, ter um título e um certo reconhecimento social, emprendem sua viajem em busca de um bom trabalho. Muitos destes acabam em universidades e isso fará que oo futuros pesquisados, pessoas que serao formadas por eles, sejam ainda mais despreparados, desmotivados e alienados das verdadeiras qualidades e dificuldades da vida de um pesquisador.
Acredito que a educaçao contínua deve existir e que todo mundo deve seguir estudando, participando de grupos de estudos, etc... no entanto esta labar não tem nada que ver com a produçao científica. Se uma pessoa deseja ter um curriculum invejável e que lhe permita entrar no mercado laboral com certa facilidade e reconheimento não deveria partir para a pesquisa e isso é o próprio sistema que deveria orientar. Estas pessoas deveriam estudar, produzir mais não ocupar o lugar de pesquisadores natos, pessoas que realmente querem dedicar sua vida à investigaçao.
Devemos lembrar que num pais com tantos problemas sociales e econômicos qualquer esforço financeiro, instrumental e fundamentalmente humano deve estar orientado a aproveitar os recursos da melhor forma possível. Por isso este modelo americano ou quantitativo (quanto mais pesquisadores melhor) não funciona, ou seja, não podemos importar um modelo sem pensar se temos as mesmas condiçoes sociais, econômicas, éticas, ideológicas para por-lo em práctica com a mesma eficacia. Lembrar que neste modelo é fundamental importar grandes célebros, algo que lógicamente Brasil não faz por não ter recursos suficientes, ao contraio dos EUA, o maior consumidor, ou contratador, de grandes pesquisadores do mundo.
Por tanto, creio que o melhor caminho é oferecer uma vía de pesquisa de maior qualidade, mesmo que em menor quantidade, com investimentos que realmente estejam orientados a projetos e especialmente a pessoas que querem exercer esta profissao...
Por último, quero dizer, e neste ponto creio que o modelo americano é um dos melhores, que não basta com criar e manter grupos de investigaçao, cursos de posgraduaçao em todas as áreas, etc... o importante é que a política de pesquisa permita que se desenvolvam projetos em áres que ajudem, em primeiro lugara minimizar os problemas da sociedade brasileira e por consequencia da internacional, e que sejam projetos coletivos, a grande escala e não milhares de projetos isolados, desconexos sem a mais mínima interelaçao... assim estaremos produzindo um falso conhecimento, uma ciencia vazia e pouco interessada com seu verdadeiro dever: desvelar a realidade e permitir uma melhor qualidade de vida.
Basta de que cada um trabalhe no seu ghetto pessoal, de desavenças pessoais, políticas, institucionais, o melhor caminho é a produçao coletiva, muitos trabalhando sobre os mesmos problemas, único meio para potenciar nossa produçao intelectual.
Quase esqueci de dizer que me estranha muito que todos os manuais que tentam explicar o que é a pesquisa e como realizar-la não comentem a importancia do dom e se limitem a descrever os procedimentos desta labor. Talvez seja porque as pessoas que escrevem este manual não perceberam que estes aspecto é fundamental para que todos os outros tenham sentido e uma execuçao adequada.
Tradições e tradições: o que devemos conservar e o que devemos esquecer
em construção...
A escolha de uma profissão: uma decisao difícil e visionaria para futuras geraçoes
em construção...
Sobre o espírito Catalão: suas preocupaçoes e cultura em geral:
em
construção...
| Frases célebres - Idéias geniais |
Existem algumas frases, idéias e/ ou pensamentos que podem ser considerados inesquesíveis e que creio que a humanidade deveria tratar de lembrar-lo sempre para que nunca deixem de reinar em nosso mundo cultural.
- Talvez o primerio grande pensamento que tive na minha vida nao fui eu quem escrevi. Ele estava estampado na porta de um cemitério, onde descansa minha mae. "Omnes similes summus". É verdade que somos únicos, diferentes, no entanto no fundo somos iguais a todos, principalmente com respito a vida, pois morreremos todos, indiferente dos bens, dos crimens ou do amor que tenhamos durante a curta vida carnal.
- "Oque dizemos em vida ecoa pela eternidade" (Máximus, Filme - Gladiador, 2000)
- "Ninguém poder fazer nada contro sua propia estupidez". (Um médico e pesquizador espanhol sobre a importância do humor nas pessoas doentes.)
- "Sobre um dos mais importantes principios científicos: "Em igualdade de condições a explicação mais simples é a que normalmente se considera válida." (Extraída do filme "Contact").
- “As pessoas se amontam pelo chão, liberdade de
expressão.” de Prole (una banda de rock hardcore e punk de
Americana – SP)
- Trocadilhos: Edson Paulo / O celta vermelho
-
Até pé na bunda manda a gente para a frente (Clodovil) - Até peido
manda a gente pra frente (anônimo)
| Quando o homem subestima a inteligencia humana |
Inúmeros sao os atos humanos que substeman nossa propia inteligencia. Alguns deles tentarei relatar aqui para que possamos entender que somos nós mesmos que permitimos uma vida tao ruim para milhoes e milhoes de pessoas.
Carros: Nenhuma lei permite transitar a mias de 120 km/h, no entanto as empresas automobilisticas seguem fabricando carros cada vez mais potentes. Além disso estas empresas nao encontram manera de justificar esta filosofía e ainda utilizam este recurso como publicidade para seus produtos.
O incrível é que as pessoas acham bonito ter um carro que pode circular a 220 km/h mesmo que isso seja proibido.
| Pensamentos dos amigos |
Leonardo Oliveira, amigo, publicitario, vocalista da banda Djamblê e ex-morador da República Pocilga (Piracicaba)
Pensando bem, é difícil acreditar que estejamos vivos até hoje! Quando éramos pequenos, viajávamos de carro (aqueles que tinham a sorte de ter um...) sem cintos de segurança, sem freios ABS e sem air-bag! Os vidros de remédio ou as garrafas de refrigerantes não tinham nenhum tipo de tampinha especial... A gente bebia da torneira e nem conhecia água engarrafada! A gente andava de bicicleta sem usar nenhum tipo de proteção.. E passávamos nossas tardes construindo nossas pipas ou nossos carrinhos de rolimã... A gente se jogava nas ladeiras e esquecia que não tinha freios até que déssemos de cara com a calçada ou com uma árvore.... E depois de muitos acidentes de percurso, aprendíamos a resolver o problema... SOZINHOS....!!!!! Nas férias, saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo; nossos pais às vezes não sabiam exatamente onde estávamos, mas tinham certeza de que não estávamos em perigo. Não existiam os celulares! Incrível!!!!! E a gente procurava encrenca ! Quantos machucados, ossos quebrados e dentes moles dos tombos... ??? Ninguém denunciava ninguém... Eram só "acidentes" de moleques: na verdade nunca encontrávamos um culpado. Você lembra destes incidentes? Janelas quebradas, jardins destruídos, as bolas que caíam no terreno do vizinho... Existiam as brigas e, às vezes, muitos pontos roxos... E mesmo que nos machucássemos e, tantas vezes, chorássemos, passava rápido; na maioria das vezes, nem mesmo nossos pais vinham a descobrir... A gente comia muito doce, pão com muita manteiga... Mas ninguém era obeso .. No máximo, um gordinho saudável ... A gente dividia uma garrafa de suco, refrigerante, em três ou quatro moleques, e ninguém morreu por causa de vermes! Não existia o Playstation, nem o Nintendo... Não tinha TV à cabo, nem videocassete, nem Computador, nem Internet... Tínhamos, simplesmente, amigos ! A gente andava de bicicleta ou à pé. Íamos à casa dos amigos (sem precisar ligar antes avisando), tocávamos a campainha, entrávamos conversávamos...Sozinhos num mundo frio e cruel !!!!!!!! Sem nenhum controle ! Como sobrevivemos ????!!! Inventávamos jogos...com pedras, feijões ou cartas... Brincávamos com pequenos monstros : lesmas, caramujos, minhocas, e outros animaizinhos, mesmo que nossos pais nos dissessem para não fazer isso ! Alguns estudantes não eram tão inteligentes quanto os outros, e tiveram que repetir o ano ... Não se mudavam as notas e ninguém passava de ano, mesmo não passando ... As professoras eram insuportáveis ! Não davam moleza... Os maiores problemas na escola eram : chegar atrasado, mastigar chicletes na classe ou mandar bilhetinhos falando mal da professora, correr demais no recreio ou matar aula só pra ficar jogando bola no pátio. As nossas iniciativas eram "nossas", mas as conseqüências também! Ninguém se escondia atrás do outro... Os nossos pais eram sempre do lado da Lei quando transgredíamos as regras. Se nos comportássemos mal, nossos pais nos colocavam de castigo e, incrivelmente, nenhum deles foi preso por isso! Sabíamos que quando os pais diziam "NÃO", era "NÃO". A gente ganhava brinquedos no Natal ou no aniversário, não todas as vezes que ia ao supermercado... Nossos pais nos davam presentes por amor, nunca por culpa ... Por incrível que pareça, nossas vidas não se arruinaram porque não ganhamos tudo o que gostaríamos, o que queríamos...
Esta geração produziu muitos inventores, artistas, amantes do risco e ótimos "solucionadores" de problemas... Nos últimos 50 anos, houve uma desmedida explosão de inovações, tendências ... Tínhamos liberdade, sucessos, algumas vezes problemas e desilusões, mas tínhamos muita responsabilidade... E não é que aprendemos a resolver tudo? Sozinhos !!! Se você é um destes sobreviventes... PARABÉNS !!!!!
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Academia-universidade:
uma interpretação escura da realidade e do conhecimento |
Na minha opinião umas dos maiores problemas atuais na academia e consequentemente em suas pesquisas está na consulta a obras em diferentes idiomas e na dificuldade de entender profundamente os textos lidos, sejam no mesmo idioma ou principalmente em diferentes idiomas. Vemos na maior parte das pesquisas dezenas de citas e de referencias em outros idiomas, que indicam que o autor leu artigos e livros em 2, 3, 4, ou mais idiomas diferentes do seu materno. Sabemos que quanto mais profundo é a pesquisa mais precisa necessita ser a interpretação dos textos de referencias e por isso na ciência não podemos estar a mercê de interpretações aproximadas ou parciais.
Fazer
coleção: de um divertido hobby pessoal a um negocio
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Colecionar
é provavelmente uma atividade tão antiga quanto o homem. A necessidade de
guardar objetos, fotos e outros artigos e preservar assim parte da historia e da
memória coletiva ou individual esta presente em todas as sociedades. Com o
tempo esta atividade filantrópica e essencialmente cultural, informativa ou de
curiosidade e estudos vem transformando-se num negocio altamente lucrativo.
Objetos antigos, raridades tem um valor econômico muito alto e este mercado
gera um grande lucro, as vezes mais que os procedimentos de inversão mais
conhecidos (bolsa de valores, compra e venda de imóveis, etc..).
O
problema é que este processo está corrompendo a filosofia da coleção filantrópica,
desinteressada economicamente. Os jovens colecionadores e os antigos já
consumidos por este caminho se dedicam a aprender como ganhar mais dinheiro ou
como fazer um bom negocio, mais que ordenar ou elaborar uma boa coleção e
estudar seu conteúdo. Antigamente uma coleção começava de forma aleatória,
quando alguém de presenteava com alguns selos ou moedas e paulatinamente se
começava a guardar e a somar outros artigos, ou de forma familiar, continuando
a coleção iniciada por outros membros da família.
Hoje
se inicia comprando um lote do artigo que queira colecionar (cartões telefônicos,
cédulas, cartões postais, maços de cigarros, etc..) toda uma aventura econômica
e sem nenhuma relação com a essência da coleção que é a troca.
Abuso
de poder
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Qualquer
pessoa possui certo poder para tomar certas decisões e para atuar sobre outras
pessoas. Quanto mais poder tenha uma pessoa mais preparada precisa estar para
poder usar este poder. Infelizmente parece que muitas pessoas estão menos
preparadas para usar o poder que possuem ou que lhes foi dado. Em
construção.
A
moda que incômoda e é superficial
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Vale
o externo, a aparência mesmo que seja incômoda. Em
construção.
Esporte
de alto nível: uma atividade profissional
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Em
construção.
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A
pesquisa como uma profissão eterna |
Em
construção.
O falso esporte |
Nos
últimos tempos vimos como os esportes de alta tecnologia ganharam importância
perante nossa sociedade e em alguns casos, como a F1, as corridas de motos se
transformaram em esportes de referencia, colocando seus melhores esportistas
como ídolos das massas. No entanto, somos obrigados a observar estas praticas
esportivas como falsos esportes, ou seja, como atividades de competição nas
quais os participantes não se enfrentam nas mesmas condições. Em quase todos
os esportes as condições de treinamento, de vida dos esportistas e os recursos
materiais que dispõe para preparar a competição e logo competir não são
comparáveis. Um corredor de Etiópia treina em condições bastante inferiores
que um atleta da mesma categoria Europeo ou americano. Apesar disso, no momento
da competição as condições de partida são iguais o que permite em muitos
casos que mesmo treinando em condições inferiores se possa ganhar a competição.
Já
nos esportes de alta tecnologia, especialmente aqueles que usam máquinas
(barcos, carros, motos, etc...) desde o inicio da competição (sessões de
treinamento e prova) as condições não são as mesmas e por isso o principio básico
de igualdade que define o esporte desaparece.
A
desculpa dos responsáveis e participantes é que a regra de tal esporte permite
a todos buscar os mesmos recursos, contudo esta regra não marca nenhuma forma
as diferenças financeiras que permitem a certos competidores partir com
vantagem.
O
resultado final é uma fraude aceitada socialmente e que em muitos casos vende e
passa desapercebida durante décadas. Vemos competições nas quais sabemos
antes de começar que ganhará ou pelo menos quais as reais possibilidades de
cada participante, desaparecendo outro principio da competição: a inclognita
do vencedor (em qualquer jogo o vencedor deve ser dúvida).
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Atualizado em 15/02/06 |